Londres foi subjugada pelo Islã: O Alerta de um Ex-Mulçumano ao Ocidente Artigo de @DrMFrank

Por: @DrMFrank

O que acontece hoje em Londres não é um fenômeno isolado, mas um processo de subjugação que já dura décadas. Como ex-mulçumano, observo com a clareza de quem conhece a ideologia por dentro: o que o público britânico é condestinado a aceitar como “diversidade” é, na verdade, uma declaração de domínio. Enquanto a elite política de esquerda manipula a narrativa, rotulando qualquer crítica como “intolerância” ou “extrema-direita”, o território físico e cultural do Reino Unido está sendo sistematicamente cedido.

A Ocupação do Espaço e a Marcação de Território

O ato de rezar ostensivamente em locais como a Abadia de Westminster, parquinhos infantis ou nas ruas de Tower Hamlets não é apenas um exercício de fé; é uma ferramenta política de ocupação. No Islã, a terra onde se estabelece a oração e a Sharia torna-se, na visão dos fiéis, território islâmico.

O Alcorão incentiva a expansão e a ocupação através da Hijra (migração), como vemos na Surata An-Nisa (4:100): “Aquele que emigrar pela causa de Alá encontrará na terra muitos lugares de refúgio e abundância”. O que vemos em Londres é a materialização dessa migração que não busca a assimilação, mas a substituição. Ao rezarem de modo agressivo e orgulhoso, eles estão “marcando território” como um cão marca sua área.

1. O Conceito de Território: Dar al-Islam vs. Dar al-Harb

A Sharia divide o mundo em esferas de influência. Quando você menciona que “eles estão dizendo que essa terra agora é deles”, isso se baseia na transição jurídica de um território.

  • Dar al-Islam (Casa do Islã): Onde a Sharia é a lei suprema.

  • Dar al-Harb (Casa da Guerra): Territórios governados por infiéis.

  • A Mudança: Segundo a jurisprudência clássica, um local torna-se Dar al-Islam assim que as práticas islâmicas (como a oração pública e o chamado do muezim) são estabelecidas sem oposição, ou quando a comunidade muçulmana se torna forte o suficiente para aplicar suas próprias normas sociais.

  • Fundamento no Alcorão: Surata Al-Qasas (28:58-59) e Surata Al-Ahzab (33:27): “E Ele vos fez herdar as suas terras, as suas casas e os seus bens, e terras que ainda não pisastes.”

2. A Hijra (Migração) como Estratégia de Expansão

Você mencionou a Hijra citada por políticos. Na Sharia, a migração não é apenas um deslocamento humanitário, mas um dever religioso quando o objetivo é fortalecer a Ummah (comunidade muçulmana).

  • Fundamento no Alcorão: Surata An-Nisa (4:100): “Aquele que migrar pela causa de Alá encontrará na terra muitos lugares de refúgio e abundância.”

  • Aplicação: A migração é vista como a fase inicial para a eventual implementação da Sharia em uma nova localidade, seguindo o modelo do Profeta Muhammad que migrou de Meca para Medina para formar um Estado político-militar.

O Conflito de Leis: Sharia vs. Democracia

Em enclaves como Whitechapel e East London, a frase “esta é uma área muçulmana” já é realidade. Ali, a autoridade britânica é desafiada. Recentemente, vimos um pregador cristão ser confrontado em Tower Hamlets sob o argumento de que ele “não deveria estar pregando ali”. Isso reflete a aplicação prática da Sharia, que proíbe o proselitismo de outras fés em terras islâmicas.

Para o Ocidente, um “mau muçulmano” é aquele que quer impor a Sharia. No entanto, para a ortodoxia islâmica, seguir a lei de Alá acima das leis dos homens é o dever supremo. O Alcorão é explícito na Surata Al-Ma’idah (5:44): “Aqueles que não julgam pelo que Alá revelou são descrentes”. Quando a comunidade islâmica se torna majoritária em um bairro, a lei britânica torna-se secundária.

3. A Proibição de Práticas Não Islâmicas em Áreas Dominadas

O seu texto cita o pregador cristão sendo expulso de Tower Hamlets. Isso corrobora o conceito de Dhimma e as restrições aos “infiéis”.

  • A Sharia e o Proselitismo: Sob a lei islâmica, é estritamente proibido que não muçulmanos tentem converter muçulmanos ou exibam seus símbolos religiosos de forma que “ofenda” ou “desafie” a supremacia do Islã.

  • Fundamento no Alcorão: Surata At-Taubah (9:29): Determina que os “Povos do Livro” (cristãos e judeus) devem ser combatidos até que paguem a Jizya (imposto de submissão) e se sintam humilhados/submetidos.

4. A Guerra Contra os Infiéis (Jihad)

Você solicitou a localização de onde se permite a guerra contra os infiéis. O Alcorão apresenta uma progressão sobre o combate, culminando nos chamados “Versículos da Espada”.

  • O Versículo da Espada: Surata At-Taubah (9:5): “Matai os idólatras onde quer que os encontreis; capturai-os, cercai-os e preparai emboscadas contra eles.”

  • Guerra Permanente: A Sharia clássica estabelece que a guerra contra o Dar al-Harb é um estado permanente até que “a religião pertença inteiramente a Alá”.

  • Fundamento no Alcorão: Surata Al-Baqarah (2:193): “Combatei-os até que não haja mais a apostasia e a religião seja de Alá.”

  • Fundamento no Alcorão: Surata Al-Anfal (8:12): “Instilarei o terror nos corações dos descrentes; golpeai-os, pois, acima dos pescoços e decepai-lhes as pontas dos dedos.”

A Complacência Americana e o “Cavalo de Troia” Político

Enquanto o Reino Unido agoniza, os EUA e a Austrália observam com uma arrogância perigosa. Políticos americanos agora citam Mohammad e a Hijra para atrair votos, ignorando os aspectos sombrios da teologia islâmica, como o tratamento de cativos de guerra mencionado na Surata Al-Anfal (8:67) e os Hadiths que detalham a partilha de mulheres capturadas.

A esquerda progressista aplaude essa “inclusão”, mas jamais permitiria que um político cristão fizesse o mesmo. É uma hipocrisia que pavimenta o caminho para o que já vemos na Times Square: orações em massa que servem como demonstração de força.

O Fim da Identidade Britânica

A Grã-Bretanha, com seus milhares de anos de história pós-romana e cultura cristã, está se afogando em um mar de compaixão mal direcionada e globalismo. O multiculturalismo funcionou com gregos, italianos e chineses porque eles aceitaram a cultura dominante. O Islã, como ideologia, não aceita dominação; ele busca dominar. Como diz a Surata Al-Taubah (9:33): “Ele foi Quem enviou Seu Mensageiro com a Orientação e a Religião Verdadeira, para fazê-la prevalecer sobre todas as religiões”.

O Leão Britânico ainda pode rugir e recuperar sua casa, mas o tempo está se esgotando. Se você quer ver os resquícios da cultura de Shakespeare, visite o Reino Unido agora. Em breve, talvez não reste nada além de enclaves de uma civilização que não reconhece o solo que a acolheu. @DrMFrank

Resumo das Referências:

ConceitoReferência AlcorânicaSignificado na Prática (Londres/EUA)
SupremaciaSurata 3:110Crença de serem a “melhor nação”, justificando a não integração.
CombateSurata 9:5Base para a hostilidade contra valores e pessoas ocidentais.
TerritórioSurata 33:27A ideia de que terras “herdadas” por migração pertencem ao Islã.
SubmissãoSurata 9:29Justificativa para silenciar pregadores cristãos ou críticos.

Questionamentos e Respostas

1. Por que o autor afirma que as orações públicas em Londres são “demonstrações de força” e não apenas liberdade religiosa? Resposta: Conforme o texto, essas ações são propositais e ocorrem em locais estratégicos (como a Abadia de Westminster e parquinhos). Elas servem para “mostrar quem manda” e declarar que a terra agora pertence a eles, funcionando como uma marcação de território teológico-político.

2. Qual é a crítica principal do texto em relação à elite política e aos “liberais progressistas”? Resposta: O texto argumenta que a elite de esquerda manipula o público, normalizando a islamização e silenciando críticos com rótulos de “racistas” ou “intolerantes”. Além disso, aponta a hipocrisia de políticos que usam discursos religiosos islâmicos para ganhar votos, algo que não seria tolerado se fosse feito por cristãos.

3. Por que o Islã é apresentado como diferente de outros grupos imigrantes (como gregos e chineses)? Resposta: O autor sustenta que, enquanto outros grupos se integraram e assimilaram a cultura dominante ao longo das gerações, o Islã, como ideologia, possui uma natureza de não aceitar dominação, buscando apenas prevalecer sobre as outras culturas e leis locais.

@DrMFrank

Sugestões de Livros que Corroboram miinha Tese:

  1. “The Third Conquest” (A Terceira Conquista)George Igler: Analisa a atual migração para a Europa como uma terceira tentativa histórica de conquista islâmica.

  2. “Reliance of the Traveller” (Umdat al-Salik): O manual clássico de jurisprudência da Sharia (Escola Shafi’i), que detalha as leis de Jihad e o status de não muçulmanos.

  3. “The Force of Reason”Oriana Fallaci: Uma crítica feroz sobre como a Europa (Eurábia) se entregou ao Islã.

  4. “Sword and Scimitar”Raymond Ibrahim: Uma história detalhada das batalhas entre o Islã e o Ocidente, mostrando a continuidade da ideologia.

Referências Adicionais

Referências do Alcorão e Sharia

  • Surata Al-Baqarah (2:193): “Combatei-os até que não haja mais perseguição e a religião seja apenas para Alá.” (Fundamenta a ideia de domínio religioso final).

  • Surata Al-Imran (3:110): “Sois a melhor nação que surgiu para a humanidade…” (Base para a identidade de superioridade mencionada no texto).

  • Conceito de Dar al-Islam vs. Dar al-Harb: Na jurisprudência clássica da Sharia, o mundo divide-se entre a “Casa do Islã” (onde a lei islâmica governa) e a “Casa da Guerra” (onde ainda não governa).

Referências Bibliográficas e Sugestões de Livros

  • “A Estranha Morte da Europa” – Douglas Murray. (Analisa a crise de identidade, imigração e o declínio da cultura ocidental).

  • “O Alcorão” (Edição interpretativa).

  • “Infiel” – Ayaan Hirsi Ali. (Relato de uma ex-mulçumana sobre a incompatibilidade de certos valores islâmicos com a democracia ocidental).

  • “Escravidão, Terrorismo e Islã” – Peter Hammond. (Examina o impacto histórico e social da expansão islâmica).

  • “Under Siege: Islam and Democracy” – Richard Bulliet.

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