Rees Howells: O Homem que Atuou nas Guerras de Joelhos (Testemunho) @DrMFrank

“O General da Intercessão”

O mundo ainda está em guerra… a diferença é se haverá alguém disposto a ocupar a brecha. @DrMFrank

A história não é escrita apenas por homens em palácios… mas por aqueles que se ajoelham em secreto até que o céu responda.

Versículo base

“Busquei entre eles um homem que levantasse o muro e se colocasse na brecha diante de mim por esta terra, para que eu não a destruísse; mas a ninguém achei.”
Ezequiel 22:30

“Havia duas coisas que eu queria. Primeiro, conhecer verdadeiramente o Espírito Santo como Rees Howells tinha. A segunda foi encontrar alguém que estava verdadeiramente cheio do Espírito Santo. Eu conheci essa pessoa na Faculdade Rees Howells”

– O Espírito Santo em um Homem por R.B. Vigia

Neste documentário exclusivo, SÓ PARA CRISTO conta a história de Rees Howells, o ex-mineiro galês que se tornou um dos maiores generais da intercessão profética que este mundo já viu. Descubra como um coração totalmente rendido pode ter mais autoridade do que divisões de exércitos inteiras.

Se você acredita que as guerras são decididas apenas em gabinetes presidenciais ou por generais fardados, prepare-se para descobrir a arma secreta que os livros de história não conseguiram explicar.

AUDIO DO TESTEMUNHO EM PORTUGUES

Enquanto o exército de Hitler avançava como uma máquina indestrutível sobre a Europa, a verdadeira resistência não estava nas trincheiras, mas no silêncio de um quarto azul em Suance.

Ali, um ex-mineiro chamado Rees Howells operava uma intercessão profética tão violenta, que era capaz de paralisar divisões de tanques e alterar o clima de uma guerra inteira. Ele não fazia orações mendigando por milagre.

Ele entrava no mundo espiritual e emitia decretos de governo.

Howells entendeu que a história não é moldada apenas pela política, mas pelos joelhos de homens que se tornaram baterias espirituais de alta voltagem.

Para a maioria dos historiadores, as guerras são decididas em salas de comando e campos de batalha. Mas, para quem entende a mecânica do invisível, a história da humanidade foi reescrita nas entranhas de uma mina de carvão e no silêncio de um quarto de oração.

Rees Howells não nasceu em berço de ouro. Ele nasceu sob o peso do País de Gales, em 1879, em uma vila chamada Brianamon, onde o ar era saturado de fuligem e fé. Sendo o sexto de 11 filhos, ele aprendeu cedo que a sobrevivência exigia uma dureza que o mundo moderno desaprendeu.

Aos 12 anos, ele já descia às galerias escuras das minas de carvão, trocando a luz do dia pelo trabalho braçal extenuante.

Foi nesse ambiente de pressão absoluta que ele ouviu o seu primeiro e mais poderoso sermão: as orações de sua mãe, Margaret.

Rees costumava dizer que as palavras dela eram o único sermão que ele nunca conseguiu esquecer, uma fundação de intercessão que sustentaria o peso de nações inteiras anos depois.

Mas o chamado de Deus é um fogo que exige movimento, e, aos 22 anos, ele partiu para os Estados Unidos, acreditando que buscava o sucesso nas siderúrgicas da América, quando, na verdade, estava sendo levado para o altar de sua conversão radical.

Ao retornar ao País de Gales, em 1904, Rees encontrou uma nação que não era mais a mesma. O avivamento galês havia explodido, transformando tavernas em locais de oração e mineiros em profetas.

Foi nessa atmosfera de glória bruta que ele sentiu o toque do Espírito Santo, exigindo não apenas a sua frequência na igreja, mas a sua vida como um sacrifício vivo.

Em 1906, a convocação foi clara:

  • abandone a segurança do emprego assalariado e aprenda a viver exclusivamente pela fé.

Começava ali o processo de entrega total. Deus não queria apenas a sua oração, ele queria a sua identificação com o sofrimento humano.

Dizem que, para quebrar o orgulho e o apego material, Rees foi desafiado a entregar tudo o que possuía.

Ele chegou ao ponto de dar seus últimos sapatos a um mendigo, caminhando descalço para entender que a autoridade espiritual não repousa sobre quem tem posses, mas sobre quem não tem mais nada a perder.

Esse despojamento não era um ritual religioso, era a construção de uma blindagem espiritual necessária para o que viria a seguir.

Nessa fase de vida oculta, Rees Howells mergulhou no que ele chamava de voto de nazireu. Por um longo período, ele se recusou a cortar o cabelo ou fazer a barba, tornando-se um sinal vivo de separação total para o Senhor.

Ele passava horas em agonia solitária, aprendendo que a verdadeira intercessão exige que você se torne o canal da dor de outra pessoa.

Ele descobriu que não se pode interceder por aquilo que não se sente. Essa lei da identificação foi levada ao extremo quando ele e sua esposa Elizabeth partiram para a África do Sul, em 1915.

Mas o campo missionário exigiu um tributo de sangue emocional. O casal recebeu a ordem divina de deixar seu filho pequeno, Samuel, no País de Gales. Rees viu nesse ato o seu altar de Isaque, uma renúncia tão profunda que alterou a sua voltagem de unção para sempre.

Dizem que o sacrifício de um pai gerou um rompimento espiritual tal que, em apenas 5 anos, eles testemunharam um avivamento avassalador na África, com mais de 10.000 conversões e milagres que a ciência médica da época não ousava explicar.

O segredo de Rees Howells era a compreensão de que o poder é proporcional ao nível de morte do eu. Ele não buscava dons para exibição. Ele buscava a face de Deus para obter decretos [música] de governo.

Ele aprendeu que um intercessor posicionado é como uma bateria espiritual que acumula carga no secreto para descarregar autoridade no público. Ele não pedia a Deus para fazer algo. Ele permanecia na brecha até que a resposta se tornasse uma substância real dentro dele.

Essa fase preparatória foi o alicerce para o projeto mais ousado de sua vida: a fundação do Bible College of Wales, em 1924.

Ele não tinha fundos, não tinha patrocinadores e não tinha plano B. Ele tinha apenas a certeza de que, se Deus desse a visão, o céu daria a provisão.

Com apenas alguns chelins no bolso, ele iniciou uma obra que custaria mais de 100.000 libras, uma fortuna colossal para a época, provando que a oração é a moeda mais valiosa do Reino.

O colégio não nasceu para ser apenas uma escola de teologia, mas uma forja de intercessores.

Rees estabeleceu um padrão inegociável:

  • nunca pedir nada aos homens e pedir absolutamente tudo a Deus.

Ele transformou Suance no centro de operações de uma inteligência espiritual sem precedentes. Ele ensinava aos seus alunos que o intercessor não é um mendigo espiritual, mas um embaixador que apresenta petições baseadas no sangue de Cristo e na vontade soberana do Pai.

Dizem que a atmosfera no colégio era tão densa que os visitantes caíam de joelhos antes mesmo de entrarem nas salas de aula.

Rees Howells estava criando um exército invisível, treinando homens e mulheres para não olharem para circunstâncias, mas para a vitória conquistada no espírito. Ele estava preparando o mundo para o conflito mais sombrio da história moderna, onde a força dos exércitos seria testada contra a autoridade de um homem que conhecia o céu.

Enquanto as nações da Europa se armavam com aço e pólvora, Rees Howells estava construindo um arsenal de outra natureza, em Suance.

O Bible College of Wales não era apenas um centro de ensino, era uma base de inteligência espiritual, operando em uma frequência que o alto comando alemão jamais conseguiria interceptar.

Em 1924, a fundação do colégio foi o primeiro passo de uma estratégia divina para criar um para-raios de glória no Reino Unido.

Dizem que Howells administrava o colégio com a precisão de um relógio celestial, recebendo milhares de libras sem nunca emitir um único pedido de doação.

Ele provou que, quando um homem está alinhado com o trono, a provisão é uma consequência da obediência.

Mas o verdadeiro propósito daquela instituição seria revelado quando as nuvens negras da Segunda Guerra Mundial começaram a sufocar o mundo.

Rees Howells entendeu que Hitler não era apenas um ditador político, mas um canal para principados de destruição que visavam aniquilar a liberdade e o povo de Deus.

O coração dessa resistência era o lendário quarto azul.

Era ali que a verdadeira história estava sendo escrita.

Howells reuniu um grupo de cerca de 100 intercessores, homens e mulheres que haviam morrido para seus próprios interesses, para travar a guerra de joelhos.

Eles não oravam orações genéricas. Eles faziam intercessão estratégica.

Dizem que Howells mantinha mapas e relatórios de guerra à sua frente, não para informar a Deus, mas para localizar o alvo da autoridade espiritual.

Quando o milagre de Dunkirk aconteceu, em 1940, o mundo viu uma falha tática inexplicável de Hitler, que paralisou seus tanques por três dias, enquanto 338.000 soldados aliados estavam encurralados.

Mas, no quarto azul, o que se via era uma unção violenta de agonia.

Dizem que Howells passou noites em um estado de exaustão espiritual tão profundo que seu corpo tremia, até que ele soltou um grito de vitória no espírito.

Ele não precisava esperar o rádio. Ele sabia que o decreto de libertação havia sido assinado no céu antes mesmo do primeiro barco de resgate tocar a água.

A ousadia de Rees Howells desafiava a lógica da sobrevivência.

Durante a Blitz, quando as bombas nazistas choviam sobre a Grã-Bretanha, ele ordenou que o colégio não buscasse apenas proteção, mas a aniquilação dos planos de invasão.

Eles travaram uma batalha específica contra a operação Leão Marinho, o plano de Hitler para invadir o solo britânico.

Dizem que Howells e sua equipe sentiam o peso da invasão como se os soldados alemães estivessem batendo à porta, mas permaneciam na brecha, recusando-se a aceitar a derrota.

A história registra que a Luftwaffe falhou em obter a superioridade aérea por uma sucessão de erros de comando e mudanças climáticas súbitas.

Para os historiadores, foi sorte ou incompetência alemã. Para quem conhecia o quarto azul, foi o resultado de uma blindagem espiritual tecida com lágrimas e autoridade profética.

Essa ciência da intercessão exigia o que Howells chamava de posição de autoridade.

Ele ensinava que você não pode vencer um principado se houver qualquer área da sua vida sob o controle dele. Por isso, a disciplina no colégio era absoluta.

Eles oravam pela Rússia, pela queda de Mussolini e pela proteção da Palestina com uma precisão cirúrgica.

Dizem que, em muitas ocasiões, o grupo de oração sentia o alívio da vitória dois ou três dias antes das notícias oficiais chegarem pela BBC.

Eles viviam no futuro espiritual.

Howells provou que o intercessor é o verdadeiro diplomata do reino, capaz de alterar decisões em gabinetes de guerra através do protocolo do trono. Ele não via a guerra como um desastre, mas como uma oportunidade para demonstrar que o Deus de Israel ainda governa sobre os reinos dos homens.

O impacto dessa voltagem de unção era tão real que até os céticos sentiam o peso da glória ao cruzarem os portões de Suance. O colégio também funcionava como orfanato e escola para filhos de missionários, mantendo uma operação gigante baseada unicamente na oração, sem nada pedir aos homens.

Rees Howells transformou a intercessão em uma prestação de serviço público para o reino de Deus. Ele não estava apenas buscando avivamento na igreja. Ele estava garantindo que a luz não se apagasse na terra sob o jugo da tirania.

Ele ensinou que a maior arma de uma nação não é o seu exército, mas os seus nazireus, aqueles que estão separados e posicionados na brecha.

A guerra não estava sendo vencida apenas em Berlim ou Londres, mas no silêncio ensurdecedor de um quarto azul, onde um homem e seu exército invisível recusavam-se a deixar o mal triunfar.

A guerra mundial chegou ao fim, mas, para Rees Howells, a batalha nunca cessava, ela apenas mudava de frente. Ele havia provado que a oração era a força motriz por trás da geopolítica, mas sua maior preocupação era garantir que essa chama não se apagasse com sua partida.

Nos anos que se seguiram à vitória sobre o nazismo, o Bible College of Wales continuou sendo uma usina de voltagem bruta. Dizem que a presença de Deus no campus era tão palpável que o simples ato de caminhar pelos jardins de Suance era suficiente para que missionários fossem batizados com um fogo renovado.

O colégio não formava apenas teólogos, ele formava generais que sabiam que o sustento de uma obra não depende de marketing, mas da manutenção de um canal limpo com o trono.

Ele passou seus últimos anos consolidando a ciência da intercessão, ensinando que o intercessor é aquele que permanece na agonia até que a promessa de Deus se torne uma substância palpável e irrevogável.

O impacto direto da vida de Howells pode ser medido pela estatura dos gigantes que beberam de sua fonte.

Um dos testemunhos mais poderosos de seu legado é a vida de Reinhard Bonnke, o homem que viria a incendiar o continente africano com cruzadas de milhões de almas. Ele foi aluno do colégio fundado por Howells.

Bonnke frequentemente relatava como os princípios de fé radical e a atmosfera de intercessão de Suance moldaram sua estrutura espiritual.

Ele aprendeu com a linhagem de Howells que não se pede permissão ao inferno para saquear suas almas, toma-se posse através de uma autoridade conquistada no secreto.

Dizem que a unção que repousava sobre Howells era tão contagiosa que ela não apenas curava enfermos, mas instalava uma constituição de vitória naqueles que se submetiam ao seu treinamento.

Ele provou que um único homem rendido pode gerar uma linhagem de conquistadores que alteram o destino espiritual da humanidade por gerações.

Em 13 de fevereiro de 1950, o general da intercessão finalmente entregou seu posto na Terra. Rees Howells faleceu, deixando um colégio, um orfanato e, acima de tudo, um mapa detalhado de como governar o mundo de joelhos.

Sua sucessão passou para seu filho Samuel, que manteve a chama acesa por décadas.

Hoje, o convite que emana do legado de Rees Howells é para que abandonemos a superficialidade e entremos na agonia que gera autoridade.

O mundo continua em guerra, e os principados e potestades continuam buscando canais humanos para espalhar a destruição.

Mas o código de Howells permanece ativo. Se houver um povo que se identifique com a dor da terra e se posicione na brecha, o céu emitirá o decreto.

A pergunta que fica para nós, no só para cristo, não é se Deus ainda faz milagres como o de Dunkirk, mas se ainda existem homens e mulheres dispostos a se trancarem em um quarto azul até que a espada de Deus seja desembainhada sobre as nações.

O manto de intercessor de Rees Howells está no ar, esperando por aqueles que ousam acreditar que a oração ainda é, e sempre será, a maior força do universo. @DrMFrank

@DrMFrank

A pergunta não é se Deus ainda intervém na história… a pergunta é: quem ainda está disposto a se ajoelhar até que Ele intervenha?

Verdade aplicada (conclusão)

A história de Rees Howells revela que Deus ainda busca pessoas dispostas a ocupar a brecha. Não é posição, visibilidade ou recursos que mudam o curso da história, mas vidas rendidas que permanecem até que a vontade de Deus se estabeleça. A intercessão não é apenas oração — é responsabilidade espiritual. Quando alguém decide se posicionar, o céu responde, e aquilo que parecia inevitável na terra pode ser transformado no invisível.

O corpo de Rees Howells realmente se tornou um templo do Espírito Santo e eu não me contentaria com nada menos.

Tenho sido crucificado com Cristo; não sou mais eu que vivo, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou a Si mesmo por mim

– Gálatas 2:20

Resumo

Rees Howells: O Sentinela que Lutou de Joelhos

A história de Rees Howells não é apenas um relato sobre o passado; é o eco de uma alma que descobriu que o destino das nações não se decide com aço e pólvora, mas no silêncio ensurdecedor de um altar de oração. Enquanto o exército de Hitler avançava como uma sombra indestrutível sobre a Europa, a verdadeira resistência batia com força nas entranhas de um “quarto azul” em Swansea. Ali, um homem que conhecia o peso da terra e a glória do céu operava uma intercessão tão violenta que paralisava tanques e reescrevia o curso da história humana.

A Forja de um Coração Rendido
  • Do Carvão à Glória: Nascido em 1879, em uma vila galesa saturada de fuligem e fé, Rees aprendeu a dureza da sobrevivência nas galerias escuras das minas aos 12 anos.

  • O Sermão Materno: Longe dos púlpitos, seu primeiro encontro real com o sagrado foi através das lágrimas de sua mãe, cujas orações foram a fundação que sustentaria o peso de nações inteiras décadas depois.

  • A Identificação que Dói: Howells descobriu que não se pode interceder pelo que não se sente. Para ganhar autoridade, ele se despojou de tudo, caminhando descalço e entregando até seus últimos sapatos, entendendo que o poder de Deus só repousa sobre quem não tem mais nada a perder.

O Altar de Isaque e o Fogo das Nações

O ápice da dor e da glória na vida de Rees ocorreu quando o chamado missionário exigiu um tributo de sangue emocional: a ordem divina de deixar seu pequeno filho, Samuel, para servir na África. Esse ato de renúncia absoluta tornou-se seu “altar de Isaque”, liberando uma voltagem de unção tão poderosa que, em apenas cinco anos, dez mil almas foram incendiadas pelo amor de Deus em solo africano.

A Guerra no Invisível: O Quarto Azul

Em 1924, nasceu o Bible College of Wales, uma forja de intercessores treinados para não serem mendigos espirituais, mas embaixadores do Trono.

  • Inteligência Celestial: No Quarto Azul, Howells e seu exército de joelhos travaram batalhas específicas contra os principados do nazismo.

  • Vitórias Proféticas: Quando o “Milagre de Dunkirk” aconteceu e os planos de invasão alemães falharam inexplicavelmente, o mundo viu sorte; mas os intercessores em Swansea viram o decreto do céu sendo assinado com lágrimas e agonia espiritual.

Um Legado que Ainda Queima

Rees Howells partiu para o seu descanso em 1950, mas a chama que ele acendeu continua a buscar canais humanos. Ele provou que um único homem, totalmente rendido e morto para si mesmo, pode gerar uma linhagem de conquistadores — como o evangelista Reinhard Bonnke — que alteram o destino espiritual da humanidade.

O manto de Rees Howells ainda está no ar. A pergunta que fica não é se Deus ainda pode parar guerras, mas se ainda existem corações dispostos a se tornarem “baterias espirituais” de alta voltagem, prontos para permanecer na brecha até que o Cordeiro receba a recompensa por Seu sofrimento. @DrMFrank

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